domingo, 3 de agosto de 2008

Decepção

Bom, disso eu não preciso nem pesquisar em outros lugares, ouvir outros pensamentos ou me esforçar muito pra falar, por que é uma das coisas que eu mais sofro por toda a minha vida. Eu tenho cansado de me preucupar com terceiros, já não bastam os meus problemas, eu cansei de me importar mais com os outros do que comigo mesmo.

O pior é que eu sempre fiz isso, e não fui me dando conta do quão mal isso tava me fazendo, até chegar hoje, que eu explodi e me sinto um semi-ser, eu não existo mais pras pessoas que eu mais considerava e outras se quer lembram de mim. O que mais decepciona é tu se prestar a ajudar todos e ver que de todo aquele teu esforço, só 2 ou 3 realmente se importam contigo.

A vida é realmente uma caixinha de surpresas, tu nunca sabe quando alguém pode ou não estar falando a verdade, é mais fácil tu andar com um pé atrás do que confiar plenamente numa pessoa. Daqueles milhares de amigos, sobraram poucos, e desses poucos, descontaram mais, e agora sobram quase nada, é difícil tu ver que nem chegou a virar gente ainda e é a pessoa mais excluída praticamente. Às vezes as pessoas te excluem por que não entendem o teu modo de pensar, outras vezes por que tu pode ser muito complexo, e no mais tardar das vezes por que tu é realmente verdadeiro e as pessoas se enojam de ti, a pessoa que ainda continua sendo certinho.

Blah, fala sério, ser certinho saiu de moda, mas eu continuo com isso e me ferro de verdade, a moral é que eu não espero que alguém comente "ai, eu te considero", por que eu já espero isso e pra mim vai soar como uma não-verdade. Não quero consideração forçada nessa altura do campeonato, quero amigos de verdade, não quero continuar me decepcionando.

PS: Hoje o post não foi com nenhum assunto específico, foi mais pelo desabafo mesmo, peço desculpas a quem leu e que eu considero.

Conclusão: Às vezes até você precisa mudar, pra agradar mais os outros do que você próprio.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Fanzine

Eu não tinha sobre o que falar, as idéias estavam mortas na minha cabeça, pensei que vários assuntos e não achei nenhum bom o suficiente pra falar com base apenas nos meus conhecimentos. Decidi então falar sobre mangá, mas mais precisamente sobre o típico fanzine.

Todos sabemos o que é mangá, caso não saibam aqui vai um breve conceito:

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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Um exemplo de manga

Um exemplo de manga

O mangá ou manga (漫画 Manga) é a palavra usada para designar as histórias em quadrinhos japonesas, o seu estilo próprio de desenho e o movimento artístico relacionado. No Japão designa quaisquer histórias em quadrinhos. Vários mangás dão origem a animes para exibição na televisão, em vídeo ou em cinemas, mas também há o processo inverso em que os animes
tornam-se uma edição impressa de história em sequência ou de ilustrações.

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O fanzine, é uma espécie de mangá criada por pessoas não profissionais geralmente, que trazem consigo uma história envolvente do mundo da cabeça de jovens influenciados por outras histórias.
Por mais que a história seja criativa e/ou inédita, as pessoas não vêem muito prazer em ler tais, é bem discriminado na minha opinião, até por que até eu já pensei em fazer um.

Não sou nenhum viciado em mangá, ao contrário, nunca fui de ler os tais mangás e nem sou ainda, não pretendo também, o que é egoísmo pois, se não leio os dos outros, por que leriam o meu?! De qualquer forma, já pensei numa história bem original, com personagens nem tanto, mas que eu gostaria muito de fazer. Parei e pensei: por que eu faria se ninguém iria ler? É triste por isso, você pode se dedicar ao seu trabalho com o máximo de perfeição, mas com muita sorte alguém vai adotá-lo/publicá-lo e ele fará sucesso. Isso não quer dizer que eu os proibo de tentar, mas um livro é bem mais fácil de fazer sucesso do que um mangá. Um grande problema é que é difícil achar uma coisa original, por que a maioria dos temas já foram adotados, e como as pessoas já tem uma noção do mundo mangá, tem como instinto próprio esperar já algo bem detalhado, tanto visualmente como na história também.

Conclusão: Se você tem criatividade para fazer histórias, faça! Mas não espere que o sucesso de tal apareça logo de cara.